Ensino da Taquigrafia

Alunos do CEST foram aprovados em Concursos Públicos de Taquigrafia em 1º lugar, confira: Câmara Municipal de Santa Maria, Assembléia Legislativa de Santa Catarina, TRE/CE, TRE/RS, TRF/4ª Região, Câmara Municipal de Caxias do Sul/RS, Procuradoria-Geral do RS e Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

Serviços Taquigráficos

Empresa que atua no mercado da taquigrafia desde 1992, atendendo os mais variados trabalhos de registro.
- Confecção de Atas na íntegra e Atas resumo
- Degravação de mídias
- Taquígrafo presencial no local

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Dúvidas

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No dia 3 de maio a classe taquigráfica brasileira comemora o dia que lhe foi consagrado no calendário nacional por decisão unânime ocorrida no I Congresso Brasileiro de Taquigrafia, realizado em São Paulo, em 1950. A data alude à instalação da Assembléia Nacional Constituinte, em 1823, quando pela primeira vez taquígrafos parlamentares exerceram a profissão.

É oportuno recordar que, em sessão plenária do Senado Federal, em 1974, o senador Guido Mondim assim se manifestava: “De fato, o dia 3 de maio foi escolhido para homenagear aqueles que, neste País, se dedicam, nos Parlamentos, nos Tribunais, nas salas de aulas e de conferências e nos escritórios comerciais, a registrar, com a fidelidade possível, a palavra falada, que, sem esse recurso, se evolaria com o vento.

A nós, especialmente, parlamentares das duas Casas do Congresso e das Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais, os taquígrafos estão ligados desde mesmo antes da Independência. Nunca é demais recordar que mesmo antes da instituição oficial do Parlamento Nacional, José Bonifácio de Andrada e Silva, o nosso Patriarca, mandara instituir cursos de taquigrafia para preparar elementos com o fim de registrar os discursos da nossa primeira Constituinte.”

Que há uma corrente histórica muito forte que acredita que a taquigrafia nasceu na Roma Antiga, mais precisamente, 63 A.C, com o registro de um escravo liberto do Imperador Cícero, chamado “Marcus Tulius Tiron”, em suas “Notas Tironeas”, que fazia o registro taquigráfico dos pronunciamentos dos Senadores no Senado Romano, principalmente do Senador Catilina, que era opositor a Cícero, nas suas chamadas “Catilinárias”.

Um desses momentos históricos está registrado num afresco do pintor da época chamado C.Maccari, peça esta que está exposta hoje em um museu de Roma.

O profissional taquígrafo é considerado “juramentado”, ou seja, o que registra tem em fé pública. Apesar da profissão de taquígrafo ainda não ser “reconhecida” oficialmente, é muito utilizada, pois os concursos públicos estão saindo naturalmente todos os anos, muitas pessoas aprendem taquigrafia como ferramenta de uso pessoal para registros, como alunos em sala de aula, taquigrafando as aulas, é uma forma de prestar atenção e ter a matéria, psicólogos taquigrafando seus pacientes, é melhor que ficar gravando e depois degravando, pessoas ligadas a eventos para a confecção dos registros das falas, confecção de Atas em geral, condominiais, sociais, reuniões em geral, o taquígrafo registra a história, muita coisa que veio até nós dos tempos antigos foram registros feitos por taquígrafos, é a história viva!

O taquígrafo também é um profissional apto a fazer degravações de mídias, confecção de atas resumidas e na íntegra.

Quanto à questão salarial, o taquigrafo, dentro do contexto das profissões, é um profissional relativamente bem remunerado, a maioria dos profissionais têm curso superior, mas também há concursos públicos que exigem nível médio.

Quanto mais escolaridade, melhor o salário. Hoje não chegamos a mil profissionais no Brasil, é uma classe pequena, são poucos professores, os concursos públicos têm poucos candidatos em comparação aos concursos em geral.

Logo, é uma profissão, um mercado de trabalho com poucos taquígrafos, sempre tem concursos e a concorrência é pessoal, uma briga de você com você mesmo.

Hoje há um dilema: há mais aposentadorias que entrada de novos taquígrafos nos cargos. Isso preocupa, pois não são repostas as vagas dos cargos e isso faz com que tenhamos ainda tão poucos taquígrafos no país. É uma profissão interessante e com pouca concorrência.

Na área privada, muitas empresas da área de eventos (simpósios, seminários, encontros, reuniões) solicitam o taquígrafo para registrar o evento, é um trabalho de “free lancer”. Hoje num curriculum vitae é um diferencial, pois muitos têm inglês, informática, etc., mas taquigrafia são poucos.

Também o Centro de Estudos indica alunos e alunas, caso queiram, para trabalhos como “free lancer”, desde que sejam aqueles alunos (as) que fazem por merecer essa oportunidade, que sejam dedicados, cumpram os seus deveres, não faltam aulas, participam das atividades, fazem o que é pedido, esses ganham oportunidade.

Na área pública, é via concursos públicos, que saem geralmente no Poder Legislativo (Câmara de Vereadores, Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado Federal) e Poder Judiciário (Tribunal de Justiça, Tribunais Federais, Ministério Público, Tribunal de Contas.

Tem um canal aberto no site por e-mail ou por redes sociais (WhatsApp), mandando fotos por e-mail ou por WhatsApp, o aluno pode ter o seu material corrigido até a próxima aula, canal aberto. Serão fornecidos ao aluno as redes sociais para correção do material.

Qualquer dúvida sobre aulas presenciais ou aulas “on line”, bem como a expositiva gratuita, podem ser tiradas pelas redes sociais oferecidas pela Escola e Professor, ou até mesmo por telefone, que o site proporciona para qualquer operadora de celular ou fone fixo.

Observa-se que hoje há muita dúvida sobre a profissão de taquígrafo, bem como seu mercado de trabalho. Por isso o Centro de Estudos, na figura do Prof. Eduardo, está à disposição para dirimir qualquer dúvida a respeito da profissão e do mercado de trabalho para profissionais taquígrafos.

Com uma experiência de mais de 30 anos na área, o Prof. Eduardo tem toda a experiência profissional e de ensino para esclarecer qualquer ponto ligado à profissão e ao seu mercado de trabalho, só perguntar, há os meios para isso, tanto para alunos como para interessados em geral, não precisa ser aluno para perguntar, canal aberto.

A tecnologia que existe à disposição hoje do taquígrafo ajuda no complemento do seu trabalho, seja um gravador, seja um computador, mas não substitui o ser humano, que é preparado para taquigrafar várias vozes falando ao mesmo tempo. A tecnologia ajuda, e muito, mas não substitui mesmo.

Sim, ainda há concursos, uma média de 4 a 6 concursos por ano, por vezes até mais, mas sempre tem concurso. Logo, deduzo que é importante a taquigrafia, pois ainda é utilizada, bem como na iniciativa privada.

Sim, e muito.  Hoje cada vez mais as pessoas falam mais rápido, e a taquigrafia ajuda no registro destas falas. Qualquer pessoa pode aprender taquigrafia, desde uma pessoa mais idosa até uma criança alfabetizada. Temos alunos que se utilizam da técnica para anotar aulas em colégios ou faculdades, pois nem sempre o professor escreve no quadro, fala muito, e a taquigrafia registra tudo, além de uma infinidade de áreas que pode ser utilizada como ferramenta de  apoio.

São perguntas feitas praticamente a todo o tempo. Sim, a taquigrafia é utilizada. Acredito que essa pergunta advém de alguém que não tem o conhecimento da taquigrafia ou para que ela serve.

A taquigrafia tem Departamentos em órgãos públicos, como Câmaras de Vereadores, Assembleias Legislativas, Tribunais, etc. Os taquígrafos registram a fala dos parlamentares, decisões dos desembargadores, debates orais, etc., nem sempre fala um de cada vez, e as sessões até que são gravadas, como ajuda para revisar o trabalho, o gravador é importante nesse sentido.

Mas nada melhor que ter o registro taquigrafado, pois não dá para depender de um gravador, que pode não gravar por qualquer problema técnico.