Taquigrafia por correspondência?
(continuação)
Aliás, para se ter um bom aproveitamento
do curso de taquigrafia, tanto nível básico como
de aperfeiçoamento (treinamento de velocidade), é
imprescindível que o professor seja taquígrafo atuante
no mercado, que exerça a sua função no dia-a-dia,
de preferência, concursado em um órgão público
em plena atividade. O professor taquígrafo que exerce sua
função taquigráfica tem a capacidade de passar
o conhecimento atualizado, aperfeiçoado, onde ele mesmo
vive a taquigrafia cotidianamente e passando suas experiências
para os alunos. O professor taquígrafo que se retira de
suas atividades (aposentado) tem a expência de anos, mas
perde a embocadura, o tempo da taquigrafia, ele fica passando
apenas o que fez, e não o que está a fazer na atualidade,
já que não mais está exercendo suas atividades
profissionais, o que dificulta em muito a otimização
de resultados para os alunos.
Em cada aula dada no Centro de Estudos de Taquigrafia
questionamos os alunos presentes se seria possível aprender
aquele capítulo por correspondência (à distância).
Resposta unânime entre todos: "Não". A
presença do professor é imprescindível no
ensino da taquigrafia, principalmente para quem quer-se preparar
para concursos públicos. Aprender taquigrafia por correspondência
é perda de tempo e de dinheiro. Curso sério de taquigrafia
não oferece isso para ninguém. Portanto, ao obter
informações sobre o curso são pré-requisitos
imprescindíveis para um bom retorno do curso de taquigrafia:
curso registrado oficialmente, professor taquígrafo concursado
em órgão público em atividade, sala de aula
estruturada e apropriada e que jamais seja oferecido um curso
por correspondência.
Portanto, ao escolher um curso de taquigrafia trace alguns pré-requisitos
se quiser ter um bom retorno nos seus estudos: jamais aprender
taquigrafia por correspondência, ter aulas com profissionais
taquígrafos que atuam na área, que estejam em atividade
e que o curso seja registrado em órgão oficial (fornecimento
de cerficado oficial, não certificado de participação)".
Professor Eduardo Trevisan Duarte